"Nascer, morrer, renascer, progredir sempre, tal é a lei."

Homenagem a Allan Kardec.



Allan Kardec

Allan Kardec


Nasceu em Lyon, França, no dia 3 de outubro de 1804 e desencarnou em Paris, no dia 31 de março de 1869. O seu verdadeiro nome era Hippolyte-Léon-Denizard Rivail. "Hippolite" em família; "Professor Rivail" na sociedade e "H-L-D. Rivail" na literatura. Desde os 18 anos mestre colegial de Ciências e Letras, e, desde os 20 anos renomado autor de livros didáticos. Suas obras espíritas foram escritas com o pseudônimo de Allan Kardec. Contava 51 anos quando se dedicou à observação e estudo dos fenômenos espíritas, publicou em 1857, "O Livro dos Espíritos" em 1861, "O Livro dos Médiuns" em 1864, "O Evangelho segundo o Espiritismo" em 1865 "O Céu e o Inferno" em 1868 "A Gênesis" e, mensalmente, de 1858 a 1869 a "Revista Espírita".





Mensagem da Semana


Ante o Livre Arbítrio


“Nada te admires de que eu te haja dito ser preciso que nasças de novo.” JESUS - JOÃO, 3:7.


“Não há, pois, duvidar de que sob o nome de ressurreição o princípio da reencarnação era ponto de uma das crenças fundamentais dos judeus, ponto que Jesus e os profetas confirmaram de modo formal; donde se segue que negar a reencarnação é negar as palavras do Cristo.” Cap. IV, 16.

Surgem, aqui e ali, aqueles que negam o livre arbítrio, alegando que a pessoa no mundo é tão independente, quanto o pássaro no alçapão.


E, justificando a assertiva, mencionam a junção compulsória do espírito ao veículo carnal, os constrangimentos da parentela, as convenções sociais, as preocupações incessantes na preservação da energia corpórea, as imposições do trabalho e a obediência natural aos regulamentos constituídos para a garantia da ordem terrestre, esquecendo-se de que não há escola sem disciplina.


Certamente, todos os patrimônios da civilização foram erigidos pelas criaturas que usaram a própria liberdade na exaltação do bem, no entanto, para fixar as realidades do livre arbítrio, examinemos o reverso do quadro.


Reflitamos, ainda que superficialmente, em nossos irmãos menos felizes, para recolher-lhes a dolorosa lição.


Pensemos no desencanto daqueles que amontoaram moedas, por longo tempo, acumulando o suor dos semelhantes, em louvor da própria avareza, e sentem a aproximação da morte, sem migalha de luz que lhes mitigue as aflições nas trevas...


Imaginemos o suplicio dos que trocaram veneráveis encargos por fantasiosos enganos, a despertarem no crepúsculo da existência, qual se fossem arremessados, sem perceber à secura asfixiante de escabroso deserto...


Ponderemos a tortura dos que abusaram da inteligência, reconhecendo, à margem da sepultura, os deprimentes resultados do desprezo com que espezinharam, a dignidade humana...


Consideremos o martírio dos que desvirtuaram a fé religiosa, anulando-se no isolamento improdutivo, ao repararem, no término da estância terrestre, que apenas disputaram a esterilidade do coração...


Meditemos no remorso dos que se renderam à delinqüência, hipnotizados pela falsa adoração a si mesmos, acordando abatidos e segregados no fundo das penitenciárias de sofrimento...


Ninguém pode negar que todos eles, imanizados ao cativeiro da angústia, eram livres... Conquanto os empeços do aprendizado na experiência física, eram livres para construir e educar, entender e servir.


Eis porque a Doutrina Espírita fulge, da atualidade, diante da mente humana, auxiliando-nos a descobrir os Estatutos Divinos, funcionando em nós próprios, no foro da consciência, a fim de aprendermos, que a liberdade de fazer o que se quer está condicionada, à liberdade de fazer o que se deve.


Estudemos os princípios da reencarnação, na lei de causa e efeito, à luz da justiça e da misericórdia de Deus e perceberemos que mesmo encarcerados agora em constringentes obrigações, estamos intimamente livres para aceitar com respeito e humildade as determinações da vida, edificando o espírito de trabalho e compreensão naqueles que nos observam e nos rodeiam, marchando, gradativamente, para a nossa emancipação integral, desde hoje.


Francisco Cândido Xavier, pelo Espírito Emmanuel - Livro da Esperança


Programação Semanal

Segunda-feira: 20h00

- Estudo de: "O Livro dos Espíritos"

Quarta-feira: 14h00

- Estudo de: "O Evangelho Segundo Espiritismo"

Quinta-feira: 20h00

- Palestra Pública
- Evangelização Infanto-juvenil

Sabado: 16h00

- Estudo de: "O Livro dos Espíritos"

Domingo: 09h00

- Palestra Pública

Mensagens Antigas

Ante o Livre Arbítrio
Engenho Divino
Perante o Corpo
Cuidando das pequenas coisas
Cuide-se bem

Para Refletir

"Quando te sintas em abandono, aparentemente desamparado e sem amigos, sob sofrimentos e angustias, pensa em Jesus, e jamais experimentarás a solidão."


"Ninguém pode oferecer paz ao mundo, se não a desenvolve no próprio âmago, no próprio mundo íntimo."


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CECB - Centro Espírita Caminheiros do Bem - Campo Mourão - Paraná - Brasil